Ateus iniciam uma nova onda de ataques contra os cristãos
A organização ateia lançou um material negando a existência do bem
e do mal, afirmando que a religião “endurece os corações e escraviza as
mentes”.
O grupo ateu, Freedom From Religion Foundation (FFRF), iniciou um novo movimento para deixar a mensagem de que “não existe deuses, anjos, céu e nem o inferno“.
Através de uma campanha chamada “Solsticio de Invierno” (Solstício de
Inverno) em Springfield, Illinois, nos EUA, a organização lançou um
material negando a existência do bem e do mal, afirmando que a religião “endurece os corações e escraviza as mentes“.
Com uma mobilização nos Estados Unidos, a organização tem cerca de
20.000 membros que celebraram o solstício, no dia 21 de novembro, o dia
mais curto do ano e mais escuro, sinalizando o retorno do sol e
anunciando o Ano Novo.
A Batalha da FFRF é com somente um objetivo: Contra atacar o espaço
tomado pelos cristãos em vários ramos. O grupo indicou que, embora o
Estado seja laico, grande parte da política americana é ocupada por
cristãos, e para eles é necessário igualar situação.
“Nós não acreditamos que a religião ou irreligião, pertencem ao
governo do estado. Mas se classes religiosas entram nas legislaturas,
então a nossa campanha que representa o ponto de vista do pensamento
livre vai estar ali. Ao celebrar o solstício de inverno, nós celebramos a
realidade”, disse Annie Laurie Gaylor, co-presidente FFRF.
Mas enquanto alguns dizem que a proposta da FFRF está baseada em
uma resposta à mobilização de grupos cristãos, especialmente contra o
ministério Answers in Genesis que participou de um confronto direto como
um corpo cristão devido a um banner digital, publicados no Times Square
em Nova Iorque (EUA).
“Os ateus tem sido muitos agressivos colocando cartazes em todo o
país e alguns deles estavam demasiadamente focados em atacar o
cristianismo”, disse Ken Ham, presidente da Answers in Genesis.
A FFRF está sediada em Madison, Wisconsin, no Meio-Oeste dos EUA, é o
maior grupo ateu no país, com o objetivo de segmentar a Igreja e o
governo, na maioria dos casos, para defender as ações, processos e
direitos dos ateus.
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